destaque

uma declaração turva de algum amor

amilton de azevedo escreve uma carta para Matheus Macena, diretor, dramaturgo e ator de “Edson”.

leia mais
destaque

movediço

crítica de “Eu, minhas convicções e um moleque preto com arma na mão”, texto de Evandro Cruz Silva, direção de Lucas Mayor, arte sonora de Gustavo Rocha, produção de Maisa Castro e atuação de Rafael Cristiano.

leia mais
dança

essa palavra-nome tão bonita

carta de amilton de azevedo para Andreia Pires, que cria e dança “Clemente”.

leia mais
reflexões, teatro, vozes

deixa ela falar

texto elaborado a partir dos encontros da oficina olhares: poéticas críticas e escrita criativa sobre teatro, ministrada por amilton de azevedo junto à SP Escola de Teatro. o panorama coletivo em torno da ação de escrita durante o Festival Satyrianas 2021 se desenha a partir das críticas produzidas e das colocações de todas as pessoas participantes presentes no último encontro: Clara Prado, Dan Ricca, Diego Villar Teragi, Gabriel Labaki,  Liliane Pereira, Manfrin Manfrin, Milena Siqueira e Patricia Nicolini.

leia
teatro, vozes

A vez e a voz dos mortos

crítica de Thiago Neves a partir da peça-filme “Desfazenda: me enterrem fora desse lugar”, do coletivo O Bonde, produzida no contexto da oficina olhar a cena – Laboratório de Crítica Teatral, conduzida por amilton de azevedo no mês de agosto de 2021 de forma virtual no Sesc São Caetano.

leia
ver mais