Paloma Franca Amorim escreve sobre “Mulher nenhuma cabe dentro de um apartamento”, do Grupo Claricena. texto comissionado pela produção do projeto “Experiência Transmidiática com Clarice”.
leiacrítica de “Barba Azul”, de Lígia Fonseca, apresentada na Mostra Solo Mulheres do Teatro de Contêiner Mungunzá.
leiacrítica de Sin&Nhá, de Carol Carvalho, apresentada na Mostra Solo Mulheres do Teatro de Contêiner Mungunzá
leiacrítica de “Mesa pra cinco”, com dramaturgia e direção de Gabriela Lemos.
leiacrítica de “Não aprendi dizer adeus”, de Leila, simplesmente Leila, palhaça de Barbara Salomé, com direção e roteiro de Rafaela Azevedo. obra apresentada na Mostra Solo Mulheres do Teatro de Contêiner Mungunzá.
leiacrítica de “fRuTaS&tRaNs-GRESSÃO. Histórias para Tangerinas e Cavalas-Marinhos”, da Coletiva Profanas, apresentada na Mostra Solo Mulheres do Teatro de Contêiner Mungunzá
leiacrítica de “Verdade”, do Tablado SP (antes, Tablado de Arruar)
leiacrítica de “O suicídio mais bonito do mundo”, de Mariana Nunes e direção de Fabiano Di Melo, apresentada na Mostra Solo Mulheres do Teatro de Contêiner Mungunzá.
leiacrítica de “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, da Cia. Novelo com realização do IBT – Instituto Brasileiro de Teatro
leiareflexão a partir dos solos “Aquele Trem” e “Selvageria: o nascimento do outro”, da Cia. DesaFRONTe (apresentados na Mostra Solo Mulheres do Teatro de Contêiner Munguzá), do filme “O acontecimento”, de Audrey Diwan (baseado no livro homônimo de Annie Ernaux) e do debate promovido pela revista CLAUDIA, editora Fósforo, Reserva Cultural e Livraria no Reserva no dia 12 de julho de 2022.
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