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o teatro como trabalho, o trabalho como teatro

amilton de azevedo escreve para Anacarsis Ramos, do Pornotrafico, criador de “Mi Madre y el Dinero” (México).

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da xepa

crítica de “Nitrido ou a dramaturgia de CAVALO”, do Cavalo Teatro, com direção e dramaturgia de Laís Cafari, apresentada na 7ª Mostra de Teatro Heliópolis.

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agouros, miragens, mirações

amilton de azevedo escreve para Novíssimo Edgar e Wagner Antônio, criadores de “URUTAU”.

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reflexões, teatro, vozes

deixa ela falar

texto elaborado a partir dos encontros da oficina olhares: poéticas críticas e escrita criativa sobre teatro, ministrada por amilton de azevedo junto à SP Escola de Teatro. o panorama coletivo em torno da ação de escrita durante o Festival Satyrianas 2021 se desenha a partir das críticas produzidas e das colocações de todas as pessoas participantes presentes no último encontro: Clara Prado, Dan Ricca, Diego Villar Teragi, Gabriel Labaki,  Liliane Pereira, Manfrin Manfrin, Milena Siqueira e Patricia Nicolini.

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teatro, vozes

A vez e a voz dos mortos

crítica de Thiago Neves a partir da peça-filme “Desfazenda: me enterrem fora desse lugar”, do coletivo O Bonde, produzida no contexto da oficina olhar a cena – Laboratório de Crítica Teatral, conduzida por amilton de azevedo no mês de agosto de 2021 de forma virtual no Sesc São Caetano.

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